Categoria: Enéada-I-1

  • hêmeis

    Aussi le hêmeis plotinien n’est-il ni le moi, ni le soi. L’utilisation de la première personne du pluriel le dit suffisamment : le hêmeis n’est ni le moi biographique, irréductible à tout autre, ni le soi essentiel et universel ; il est intermédiaire entre l’individuel et l’essentiel, le personnel et l’impersonnel. Il désigne, en fait,…

  • symmetria

    gr. symmétria, συμμετρία: Platão via como caracterizando a composição ontológica do Bem. Proporção perfeita nas misturas (krasis), é um princípio cardinal para a fisiologia de Aristóteles. : La notion de summetría, traduite ici par proportion, désigne plus et autre chose que la « symétrie » dont parlent la zoologie ou la géométrie pour décrire la…

  • thanatos

    gr. θάνατος, θάνατον. “A morte é separação entre alma e corpo” (Fédon). “A morte nada é para nós” (Epicuro). “A morte não é um mal, mas o mal é a opinião de que a morte é um mal” (Epiteto). Cette définition de la mort vient du Phédon : « C’est bien cela, être mort :…

  • Aubry: okeiosis

    […] Em suma, esta passagem do ego ao eu é também a da consciência aristotélica, enquanto consciência exclusiva do corpo vivo1. En somme, ce passage du moi au soi est aussi celui de la conscience aristotélicienne, comme conscience exclusive du corps vivant2, à la conscience platonicienne, comme conscience de la pure pensée. Também aqui podemos…

  • Aubry: Tratado 53

    La traduction se fonde sur le texte grec établi par H.-S.2 ; mais le lecteur pourra utiliser aussi H.-S.1. En effet, quand la traduction suppose un texte différent aussi bien de H.-S.2 que de H.-S.1, nous l’avons signalé en note, ainsi que dans la « liste des modifications au texte grec de H.-S.1 et de…

  • Aubry: hemeis

    Intermediário entre o sensível e o inteligível, o animal e o divino, o “nós” [gr. hemeis] plotiniano parece assim não ter identidade. Não é uma substância, mas uma relação, e não tem outra identidade senão uma dupla identificação possível: uma pela qual pode tornar-se aquilo que não é mas que espontaneamente acredita ser — o…

  • Plotino (Enéada I, 1, 1): que é o sujeito de estados e atividades incorporadas

    Prazeres e dores, sentimentos de medo e ousadia, apetites e aversões e sentimentos de angústia – a que pertencem?1 De fato, eles pertencem à alma ou a uma alma que usa um corpo ou a uma terceira coisa que surge de uma combinação destes. E isto pode ser entendido de duas maneiras: como uma mistura…

  • Aubry: o sujeito da ética no Tratado 53

    Excerto traduzido de AUBRY, Gwenaëlle. Plotin. Traité 53. Paris: CERF, 2004, p. 55-56 O sujeito que surge ao final do Tratado 53 e no limiar das Enéadas parece ser, sobretudo, o tema da ética: não admite determinação ontológica (uma vez que não é uma substância, mas uma situação, intermediária entre duas substâncias, uma das quais…

  • migma

    VIDE: krasis, mixis Plotino propone tres posibles hipótesis sobre el sujeto de las emociones; pero, como la tercera se subdivide en dos, resultan en total cuatro, que serán estudiadas sucesivamente: 1) el alma, es decir, el alma en su verdadera esencia, desligada del cuerpo y de la otra especie de alma o imagen de alma…

  • Aubry (Tratado 53): Conhecer-se a si mesmo

    Segundo Gwenaëlle Aubry (Plotin. Traité 53. Paris: Cerf, 2004, p. 19-22), o desafio do Tratado 53 [das Enéadas de Plotino] reside na identificação deste “ti mesmo” que o preceito délfico propõe [conhece-te a ti mesmo], ou impõe, como objeto de elucidação. Ora, para tal a conversão à interioridade não basta para desvelá-lo. De fato, ela…