Categoria: Enéada-VI-8
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Enéada VI,8,20 — Duas aporias relativas à auto-produção do Bem
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in Enéada-VI-8Capítulo 20: Discussão das duas aporias relativas à auto-produção do Bem 1-27: Discussão da aporia: se o Bem se produz ele mesmo, não se precede ele mesmo? 28-39: Discussão do sentido da expressão: ele se “comanda a ele mesmo”. 20. ¿Pues qué? ¿No acontece así, diríamos, que ha existido ya antes de nacer? Porque si…
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A absoluta transcendência do Uno
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in Enéada-VI-8VI. 8. 11 (The absolute transcendence of the One as unconditioned, unlimited, Principle of all things: particular necessity of eliminating all spatial ideas from our thought about Him.) But what is This which does not exist ? We must go away silent, involved by our thought in utter perplexity, and seek no further: for what…
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Enéada VI,8,4 — Objeção: não é possível conceder a liberdade aos seres inteligíveis
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in Enéada-VI-8Capítulo 4: Objeção: não é possível conceder a liberdade aos seres inteligíveis; resposta à objeção. 1-4: Retomada da questão da relação entre liberdade e desejo 4-11: Primeira formulação da objeção inspirada do “Tratado do destino” de Alexandre de Afrodisia: como os seres inteligíveis podem ser livres se estão submetidos a sua própria natureza? 11-32: Resposta…
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Enéada VI,8,1 — Exposição do objeto da pesquisa
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in Enéada-VI-8Capítulo 1: Exposição do objeto da pesquisa e primeira aproximação “daquilo que depende de nós” 1-13: É necessário estender aos seres inteligíveis e ao Uno o uso da expressão “o que depende de nós”? 13-30: Sentido da expressão: “o que depende de nós” quando ela se aplica às faculdades humanas 30-44: Distinção entre o que…
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Enéada VI, 8 – Sobre o voluntário e sobre a vontade do Uno
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in Enéada-VI-8Plotin Traités 38-41. Dir. Trad. Luc Brisson e Jean-François Pradeau. GF-Flammarion, 2007 Diferentes versões em TRATADO 39 O termo grego metapherein significa originalmente « transpôr, efetuar uma transferência ». Plotino o utiliza em dois momentos neste tratado (VI, 8, 1 e em VI, 8, 8): trata-se nos dois casos de saber se é possível transpor…
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Enéada VI,8,3 — A verdadeira liberdade situa-se no intelecto
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in Enéada-VI-8Capítulo 3: Prosseguimento da investigação psicológica e passagem ao Intelecto: é lá que deve se situar a verdadeira liberdade. 1-20: O que depende de nós pode ser ligado à opinião? ou à representação? 21-26: A livre disposição de si deve primeiramente ser reportada ao Intelecto 3. Eis porque é preciso examinar estas questões. Pois em…
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Enéada VI,8,2 — A que faculdade da alma reportar o que depende de nós?
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in Enéada-VI-8(BRISSON, Luc & PRADEAU, Jean-François. Plotin. Traités 38-41. Paris: GF Flammarion, 2007 (ebook)) 2. Mas eis o objeto de nossa investigação: isso que se nos imputa como dependendo de nós (eph hemin), a que se deve o atribuir? Seja de fato se o atribua à tendência e a um desejo, qual quer que seja sua…
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Enéada VI,8,19 — Superioridade da contemplação direta do Bem
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in Enéada-VI-819. Con lo dicho tendremos bastante para elevarnos a El y aprehenderle. Ahora nos será posible contemplarle, sin que, no obstante, podamos decir cuanto realmente deseáramos. Si prescindimos de todo razonamiento para verle nada más que en sí mismo, propondremos que es por sí mismo lo que es y que, caso de poseer esencia, esta…
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Enéada VI,8,18 — Imagens e expressões que significam aquilo que é o Bem
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in Enéada-VI-8Capítulo 18: Imagens e expressões que significam aquilo que é o Bem 1-7: Fala ao interlocutor: busque o Bem no interior 7-32: Imagem do centro, dos raios e do círculo 32-39: Imagem da luz e do reflexo 39-44: O Bem é “causa da causa” 44-55: Retomadas de expressões platônicas: o Bem é “o que deve…
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Enéada VI,8,17 — Sequência da refutação da existência “por azar” do Bem
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in Enéada-VI-8Capítulo 17: Sequência da refutação da existência “por azar” do Bem: reflexão sobre a noção de providência 1-18: Argumentação a partir da noção de providência: nem o ser sensível nem o ser inteligível não existem por acaso 18-27: O Bem é uma “razão una”; ele não está em relação senão com ele mesmo. 17. Otra…
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Enéada VI,8,16 — Exposição dos atributos positivos do Bem
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in Enéada-VI-8Capítulo 16: Exposição dos atributos positivos do Bem 1-8: O Bem não está em parte alguma e está em por toda parte 8-39: Passagem em revista de diferentes determinações positivas que se pode atribuir ao Bem. 16. Parece, decíamos, que el Bien se encuentra en todas partes y que no se encuentra en ninguna. De…
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Enéada VI,8,15 — Movimento de ascensão espiritual
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in Enéada-VI-8Capítulo 15: Movimento de ascensão espiritual: da vida da alma para a vida do Bem 1-8: O Bem é o “amor de si” 8-32: A experiência da liberdade em nossa alma pode nos permitir reascender para a “vida verdadeira” que é o Bem 33-36: Imagem da raiz e da árvore. 15. El es el objeto…
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Enéada VI,8,14 — Refutação da existência contingente do Bem
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in Enéada-VI-8Capítulo 14: Refutação da existência contingente do Bem; introdução da determinação do Bem como “causa de si” 1-14: Se a essência do homem existe de maneira necessária, como o Bem que produziu esta essência poderia existir por acaso? 14-42: Reflexão sobre a causalidade: se cada ser possui nele mesmo sua própria causa, o Bem será…
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Enéada VI,8,13 — Início do discurso positivo a respeito do Bem
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in Enéada-VI-8Terceira parte: O discurso positivo sobre a liberdade do Bem Capítulo 13: Início do discurso positivo a respeito do Bem 1-5: Advertência: As expressões que vão doravante ser empregadas não tem outra finalidade que persuadir 5-11: Há total identidade entre o ato do Bem e sua realidade: ele não age portanto sendo submisso a sua…
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Enéada VI,8,12 — Experiência da liberdade em nós
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in Enéada-VI-8Transição: Da experiência individual da liberdade à liberdade do Bem Capítulo 12: Retomada da argumentação partindo da experiência da liberdade em nós. 1-3: Protesto do interlocutor: ele “não está nada persuadido” pelo que acaba de ser dito 3-17: Retomada da argumentação ao nível de nossa alma: podemos fazer a experiência de nossa própria liberdade 17-31:…
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Enéada VI,8,11 — O Bem escapa a todas as categorias da ontologia
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in Enéada-VI-8Capítulo 11: O Bem escapa a todas as categorias da ontologia. 1-3: Aporia concernindo a inexistência do Bem 3-13: O Bem escapa às questões que permitem, segundo Aristóteles, de orientar toda investigação 13-28: O pensamento do Bem deve ser purificado de toda representação espacial 28-38: Não se deve atribuir ao Bem nem a quantidade, nem…
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Enéada VI,8,9 — Sequência da refutação do advir acidental do Bem
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in Enéada-VI-8Capítulo 9: Sequência da refutação do advir acidental do Bem 1-10: O princípio de todas as coisas não poderia advir por acaso sem ser uma realidade deficiente 10-17: O Bem é único; ele é superior à necessidade em sendo o que devia ser 17-23: Imagem da aparição do rei 23-35: Raciocínio a fortiori: o advento…
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Enéada VI,8,8 — A impotência do discurso relativo ao Bem
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in Enéada-VI-8Capítulo 8: A impotência do discurso relativo ao Bem 1-3: Método para definir o que é a liberdade “em si” 4-23: A via negativa para o princípio: recensão de todas as expressões que se deve renunciar a aplicar ao Bem 23-27: Interrogação sobre o advento acidental do Bem e começo da refutação desta hipótese. 8.…
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Enéada VI,8,21 — O Bem é “inteiramente vontade”
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in Enéada-VI-8Capítulo 21: Conclusão: o Bem é “inteiramente vontade” 1-10: O Bem não podia se produzir ele mesmo outro do que é 10-20: Há perfeita identidade entre a vontade e a realidade do Bem 20-25: Comentário da expressão “se conter a si mesmo” 25-33: Conclusão do tratado: para alcançar o Bem, é preciso “desprender-se de todas…
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Enéada VI,8,7 — Introdução do “discurso temerário” e primeiros elementos de refutação
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in Enéada-VI-8Capítulo 7: Introdução do “discurso temerário” e primeiros elementos de refutação 1-6: Distinção dos graus de liberdade na alma, no Intelecto e no Bem 6-11: Não seria preferível evitar de aplicar ao Bem a expressão: “o que depende de si”? 11-15: A objeção do “discurso temerário”: o Bem não é livre, posto que não é…