Categoria: Enéada-VI-9
-
Uno, princípio de tudo (Crouzel)
—
in Enéada-VI-9Dans le neuvième traité, le dernier de la 6e Ennéade selon l’ordre établi par Porphyre (VI, 9, 3) (14-22), l’Un est toujours désigné comme le principe de tout, le Bien et le Premier : c’est pourquoi pour parvenir à sa connaissance il faut se rapprocher de lui, loin du sensible et de toute malice, s’unifier…
-
Enéada VI,9,10 — A visão do Uno é além do conhecimento intelectual
—
in Enéada-VI-9Capítulo 10: A visão do Uno é além do conhecimento intelectual. 1-9. A alma deve ir além da razão para alcançar a visão do uno. 9-21. A visão do Uno é uma verdadeira união e uma “identificação” com ele. 10. — Mas então, como se dá que não permaneçamos lá? — É porque não se…
-
Enéada VI,9,3 — A unidade verdadeira, o Uno, é o princípio que precede todas as coisas
—
in Enéada-VI-9Capítulo 3: A unidade verdadeira, o Uno, é o princípio que precede todas as coisas e do qual derivam todas as coisas. 1-14. É difícil falar do Uno, o princípio da unidade, e de conhecê-lo; isto exige, para as almas, uma longa subida a seu princípio. 14-33. Para realizar a contemplação do Uno, é preciso…
-
Enéada VI,9,4 — O Uno é além da ciência e do conhecimento intelectual
—
in Enéada-VI-9Capítulo 4: O Uno é além da ciência e do conhecimento intelectual. 1-10. A ciência e o conhecimento implicam a multiplicidade. 10-16. Não se pode portanto nem falar nem escrever a respeito do uno. 16-35. Para alcançar À contemplação do Uno, é preciso ir além do conhecimento intelectual. 4. A aporia nasce sobretudo porque nossa…
-
Enéada VI,9,5 — O Uno é absolutamente simples e é o princípio de todas as coisas
—
in Enéada-VI-9Capítulo 5: O Uno é absolutamente simples e é o princípio de todas as coisas. 1-12. Deve-se ascender da Alma ao Intelecto. 12-20. O Intelecto compreende todas as formas na multiplicidade. 20-38. A multiplicidade dos inteligíveis não pode coincidir com o Uno, pois o Uno é simples; sendo além do Intelecto e das formas, o…
-
Enéada VI,9,6 — Em que sentido se deve entender a unidade do Uno?
—
in Enéada-VI-9Capítulo 6: Em que sentido se deve entender a unidade do Uno? 1-7. A unidade do uno não a do ponto e da mônada. 7-16. O Uno é ilimitado quanto a seu potência. 16-30. O Uno é auto-suficiente, as outras coisas precisam do Uno. 30-37. O Uno não tem necessidade de um lugar. 37-42. Ele…
-
Enéada VI,9,7 — Para alcançar o Uno, a alma deve se voltar para ela mesma
—
in Enéada-VI-9Capítulo 7: Para alcançar o Uno, a alma deve se voltar para ela mesma. 1-23. A alma deve ser desprovida de forma para poder acolher a natureza primeira. 23-28. Como Minos, que era “familiar de Zeus”, a alma deve se unir ao Uno para o anunciar aos outros. 28-34. O Uno está por toda parte,…
-
Enéada VI,9,8 — A união com o Uno se realiza pela semelhança e a identidade com ele
—
in Enéada-VI-9Capítulo 8: A união com o Uno se realiza pela semelhança e a identidade com ele. 1-13. A alma é como um círculo que gira ao redor do Uno, que é o centro de tudo. 13-33. O contato da alma com o Uno não é de natureza “corporal” nem “local”, pois trata-se de um contato…
-
Enéada VI,9,9 — A vida verdadeira é na união com o Uno
—
in Enéada-VI-9Capítulo 9: A vida verdadeira é na união com o Uno 1-13. O Uno produz todas as coisas sem ser diminuído de modo algum. 13-24. Unida ao Uno, a alma engendra as virtudes e a beleza. 24-38. A alma ama o Uno de um amor puro que é diferente do amor “vulgar” daqui de baixo.…
-
Enéada VI,9,11 — “Fugir só para ele só…”
—
in Enéada-VI-9Capítulo 11: “Fugir só para ele só…” 1-7. Depois de ter contemplado o Uno, guarda-se uma imagem dele que é difícil de exprimir. 8-25. A contemplação do Uno implica em um estado de possessão divina, um “êxtase”, uma “simplificação” e uma “doação” de si. 25-35. Tudo que se pode dizer da contemplação do Uno nada…
-
Enéada VI,9,2 — A unidade é além do ser, do Intelecto e das formas
—
in Enéada-VI-9Capítulo 2: A unidade é além do ser, do Intelecto e das formas. 1-14. A unidade pode coincidir com o ser e a realidade inteligível? 15-25. A unidade e o ser não são a mesma coisa, pois o ser é multiplicidade. 25-47. A unidade também não pode coincidir com o Intelecto, pois o Intelecto, que…
-
Enéada VI,9,1 — Todos os seres são seres em virtude da unidade
—
in Enéada-VI-9Capítulo 1: Todos os seres são seres em virtude da unidade 1-17. Toda coisa é na medida em que é “uma” coisa; sem unidade, nada poderia ser. 17-30. A alma dá sua unidade às outras coisas, mas ela não é ela mesma a unidade. 30-43. É em participando na unidade que a alma é una,…
-
Enéada VI, 9: Sobre o Bem e o Uno
—
in Enéada-VI-9Plotin Traités 7-21. Dir. Trad. Luc Brisson e Jean-François Pradeau. GF-Flammarion, 2003 Diferentes versões em TRATADO 9 O título do tratado, provavelmente escolhido por Porfírio, estabeleceu de cara a correspondência ou a equivalência do Uno e do Bem, em adotando assim o uso tradicional que queria que se designasse o princípio de todas as coisas…
-
Tratado 09 (VI, 9) – On the Good, or the One. (MacKenna)
—
in Enéada-VI-9The Sixth Ennead Ninth tractate. On the Good, or the One. Resumo em português
-
Enneads VI,9 (MacKenna)
—
in Enéada-VI-9Tractate 9 Sixth Ennead. Ninth tractate. On the Good, or the One. 1. It is in virtue of unity that beings are beings. This is equally true of things whose existence is primal and of all that are in any degree to be numbered among beings. What could exist at all except as one thing?…
-
Ennead VI,9 (Guthrie)
—
in Enéada-VI-9Of the Good and the One. UNITY NECESSARY TO EXISTENCE OF ALL BEINGS. 1. All beings, both primary, as well as those who are so called on any pretext soever, are beings only because of their unity. What, indeed would they be without it? Deprived of their unity, they would cease to be what they…