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Table of Contents
Francis Cornford
CORNFORD, Francis Macdonald. Plato’s theory of knowledge: The Theaetetus and the Sophist. Mineola, N.Y: Dover Publications, 2003.
Introdução e método da divisão
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216a-218d: Conversa introdutória
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218d-221c: Ilustração da divisão: definição do pescador de vara
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As sete divisões que definem o sofista
Definições do sofista
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221c-223b: Divisão I. O sofista como caçador
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223c-224e: Divisões II-IV. O sofista como vendedor
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224e-226a: Divisão V. A erística
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226a-231b: Divisão VI. O método catártico de Sócrates
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Os métodos de reunião e divisão
231b-235a: Exame que conduz ao gênero do “fazer imagens”235a-236c: Divisão do fazer imagens em duas espécies236c-237b: Enunciado dos problemas das aparências irreais e da falsidade no discurso e no pensamentoI. Os mundos da realidade e da aparência
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237b-239c: (a) O totalmente irreal
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239c-242b: (b) Definição da imagem (
eidolon) e o problema dos enunciados e opiniões falsos -
242b-244b: © O perfeitamente real. O que significa “real”?
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244b-245e: Crítica ao Ser Uno e Real de Parmênides
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245e-246e: A batalha entre os Deuses e os Gigantes: idealistas e materialistas
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246e-248a: Oferece-se aos materialistas uma característica distintiva do real
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248a-249d: Os idealistas devem aceitar que a realidade inclui algumas coisas que mudam
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249d-251a: Transição. O que significa “real” para o idealista?
II. A combinação das Formas e o problema dos enunciados negativos
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251a-c: Eliminação do problema de como o individual pode ter vários nomes
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251c-252e: Prova de que algumas Formas se combinam e outras não
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252e-253c: A trama do discurso filosófico
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253c-254b: Descrição da ciência da Dialética
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A estrutura do mundo das Formas
254b-d: Três das mais importantes Formas, selecionadas para exemplificação: Existência (Ser), Movimento, Repouso254d-255e: Outras duas Formas: Mesmidade e Diferença, que diferem das três anteriores, mas são oniabrangentes255e-257a: Uma revisão dos enunciados verdadeiros que implicam as cinco Formas mostra que existe uma quantidade de enunciados verdadeiros que afirmam que “o que é”, em certo sentido, “não é”257b-258c: Há também grande número de enunciados verdadeiros que afirmam que “o que não é”, em certo sentido, “é”258c-259d: Conclusão: refutamos o dogma de Parmênides de que “o que é” não pode em nenhum sentido não ser, e que “o que não é” não pode em nenhum sentido serIII. Discurso falso e pensamento falso
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259d-261c: Introdução ao problema
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261c-262e: Todo enunciado é um complexo de elementos heterogêneos (nome e verbo)
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262e: Todo enunciado versa sobre algo e é verdadeiro ou falso
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262e-263b: Definição do enunciado verdadeiro
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263b-d: Definição do enunciado falso
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263d-264b: Sendo o juízo simplesmente um enunciado não expresso, o juízo falso e o “parecer” falso são possíveis
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264b-d: Transição. Conexão destes resultados com a divisão interrompida do fazer imagens
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264d-268d: Divisão VII. O sofista como uma espécie de fazedor de imagens
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