autores:sorabji:pc161-62-distincao-doxa-e-phantasia
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| + | ===== DISTINÇÃO DOXA E PHANTASIA (PC1:61-62) ===== | ||
| + | Platão transformou a phantasia em doxa com percepção sensorial, Sofista 263E-264D; República 603A. Aristóteles distinguiu a doxa como um apelo à convicção (pistis) e, portanto, à(s) razão(ões) (logos). Os estoicos ofereceram a distinção diferente de que julgamento (krisis) e doxa envolvem dar o assentimento (synkatathesis) da razão à aparência. Alexandre de Afrodísias torna isto estoico ao dar seu ponto de vista. | ||
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| + | <tabbox Aristóteles> | ||
| + | Resta, então, ver se phantasia é opinião (doxa), pois opinião é verdadeira ou falsa. Mas a convicção (pistis) acompanha a opinião, pois não é possível que alguém com opinião sobre algo não tenha convicção sobre isso. Entre os animais selvagens, porém, nenhum tem convicção, | ||
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| + | <tabbox Alexandre de Afrodísias> | ||
| + | Pois a convicção (pistis) é sempre uma consequência (hepesthai) desta última [opinião], pois uma pessoa que tem uma opinião (doxa) sobre algo sempre concorda (synkatatithesthai) que também seja. Pois a opinião sobre algo é um assentimento dessa pessoa para que seja assim, e o assentimento é acompanhado de convicção (pistis), já que a opinião é um assentimento racional acompanhado de julgamento (krisis). Mas nem todos os casos de aparição (phantasia) são acompanhados de convicção. Pois há muitos animais não racionais, de qualquer forma, que têm parecer, mas não convicção; | ||
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