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| + | ===== Rocha Pereira: fontes do mito de Er ===== | ||
| + | As fontes de uma parte do mito de Er são identificáveis. | ||
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| + | Podemos ter algumas dúvidas quanto às que se têm encontrado para certos motivos, como os duplos chasmata que conduzem do céu à terra, a ida e vinda e saudações das almas, que figuram de modo semelhante em mitos iranianos do Avesta; e como as cores dos contrapesos do fuso, que correspondem aproximadamente aos símbolos dos planetas, do Sol e da Lua entre os sacerdotes caldaicos . Mas teremos de reconhecer, por outro lado, que há certa relação entre a experiência de Er e a revelação xamanística . O motivo repetido do trovão , os movimentos dos contrapesos e o canto harmonioso das Sereias, a reencarnação e a noção de Necessidade (Ananke) são pitagóricas , e provavelmente também o beber das águas do rio do esquecimento. | ||
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| + | Quanto à parte cosmológica do mito, supõe-se geralmente que descreve uma representação mecânica do céu . A coluna de luz é identificada, | ||
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| + | Um ponto deve ser salientado, como central em todo este mito: a escolha de destinos, sobretudo porque aqui se concilia a responsabilidade mm a predeterminação , O facto, notado já por R. L. Nettleship | ||
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| + | A responsabilidade é de quem escolhe. O deus não é culpado. | ||
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| + | Mas, além disso, temos o simbolismo de Ananke e das Parcas ou Moirai, essas velhas entidades mitológicas que significam a porção ou lote destinado a cada um na vida, o qual em Homero era inalterável, | ||
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| + | Assim, o problema da responsabilidade e predeterminação , que começara a esboçar-se vagamente em Homero, e fora tema central nas grandes tragédias áticas do séc. V a.C., fica equacionado no plano escatológico, | ||
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