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| ===== Primeiro Alcibíades ===== | ===== Primeiro Alcibíades ===== | ||
| + | ~~NOCACHE~~ | ||
| Sobre a justiça. " | Sobre a justiça. " | ||
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| **Citações** | **Citações** | ||
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| >" | >" | ||
| + | <tabbox Renaud & Tarrant> | ||
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| + | PADAR | ||
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| + | * Natureza enigmática do // | ||
| + | * Manifestação de hibridismo estilístico e temático que funde técnicas elencticas socráticas, | ||
| + | * Presença de características linguísticas heterogêneas e resumo denso da ética socrática que levantam suspeitas sobre autoria desde o século XIX. | ||
| + | * Crítica à hermenêutica do desenvolvimento linear em favor de abordagem unificadora da tradição filosófica. | ||
| + | * Superação da cronologia tradicional para considerar diálogo como reflexo fiel do projeto platônico e da relação entre socratismo e platonismo. | ||
| + | * Validação da tradição antiga, com ênfase no comentário de Olimpiodoro, | ||
| + | * Status privilegiado do diálogo na Antiguidade Tardia e função pedagógica no currículo neoplatônico. | ||
| + | * Leitura do // | ||
| + | * Identificação do //skopos// ou objetivo unificador voltado para conhecimento da natureza racional e da essência da alma humana. | ||
| + | * Integração entre forma dramática e conteúdo doutrinário na busca pela verdade universal e atemporal. | ||
| + | * Princípio de unidade interna que articula disposições dos interlocutores com necessidades pedagógicas do leitor em busca da autodescoberta. | ||
| + | * Valor heurístico das interpretações antigas como contraponto às teorias modernas e como ferramenta para clarificação de axiomas interpretativos contemporâneos. | ||
| + | * Ontologia do eu e investigação sobre autoconhecimento através da inscrição délfica. | ||
| + | * Distinção metafísica entre alma, corpo e composto, estabelecendo alma como verdadeiro eu e objeto primordial do cuidado (// | ||
| + | * Emergência do conceito de **auto tauto** ou o //si mesmo em si mesmo// como fundamento para reflexividade e identificação da essência individual. | ||
| + | * Dinâmica dialética do encontro entre Sócrates e Alcibíades e possibilidade de progresso cognitivo mútuo. | ||
| + | * Transformação da relação agonística inicial em exploração conjunta onde ambos os participantes buscam superar ignorância e atingir excelência. | ||
| + | * Representação do momento de descoberta ou //eureka// socrático que dramatiza avanço na compreensão da identidade humana durante o diálogo. | ||
| + | * Importância da **synousia** e mentoria filosófica como via para libertação da ignorância dupla. | ||
| + | * Papel do mentor na remoção da névoa visual e intelectual, | ||
| + | * Dimensão trágica e urgente do compromisso com autoconhecimento face às ambições políticas e ao destino da alma na esfera pública. | ||
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| + | <tabbox Aubry> | ||
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| + | PT53 | ||
| Tomemos a interpretação de Gwenaëlle Aubry, em sua tradução do tratado 53 de Plotino, que se guia em parte pelo Primeiro Alcibíades. A exploração do preceito délfico toma duas vias sucessivas, das quais uma apenas conclui. Em um primeiro tempo, o objeto do conhecimento de si vai ser identificado ao eu individual e encarnado: também a definição do homem em 129 e na medida que ela faz intervir a relação ao corpo (caracterizada como sendo ao mesmo tempo de uso e de dominação), | Tomemos a interpretação de Gwenaëlle Aubry, em sua tradução do tratado 53 de Plotino, que se guia em parte pelo Primeiro Alcibíades. A exploração do preceito délfico toma duas vias sucessivas, das quais uma apenas conclui. Em um primeiro tempo, o objeto do conhecimento de si vai ser identificado ao eu individual e encarnado: também a definição do homem em 129 e na medida que ela faz intervir a relação ao corpo (caracterizada como sendo ao mesmo tempo de uso e de dominação), | ||
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| Os comentadores do Alcibíades, | Os comentadores do Alcibíades, | ||
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