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Cosmologia estoica como um monismo qualificado, semelhante às filosofias Vedanta e Vaishnava da Índia, postulando imanência e transcendência.
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Conceito de Deus como idêntico ao mundo e, ao mesmo tempo, diferente dele, possuindo um estado não manifesto e transcendente e um aspecto manifesto que é o mundo.
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O aspecto manifesto é adorado como matéria passiva e poder criativo, sendo este último denominado Alma do Mundo.
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Denominações do Ser Cósmico, como Fogo, Ar, Sopro, Alma do Mundo, Éter, Mente Universal, Razão Universal, Lei Cósmica, Natureza e Destino, com ressonâncias órficas na figura de Zeus.
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Processo cíclico de manifestação através de um ano cósmico, seguido de uma conflagração e de um período atemporal de não manifestação, com eventos idênticos em cada ciclo.
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Reabsorção de todos os seres separados na unidade de Zeus na dissolução do universo manifesto, com a transformação dos elementos conforme a tradição pré-socrática.
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Reinterpretação por estoicos posteriores, como Boeto e Panécio, da ciclicidade como aspectos simultâneos e não sucessivos.