Rejeição da noção de inveja divina através da autoridade de
Platão e Plutarch, demonstrando que a vontade divina visa a conformação do cosmos à melhor forma possível e que o abassemento do orgulho humano não constitui despeito metafísico, mas um ato de justiça retificadora destinado a moderar a prosperidade humana para que esta não se torne nociva à própria alma do sujeito.