Postulado sobre a eternidade e indestrutibilidade das verdades geométricas e éticas, as quais permanecem imutáveis independentemente de convenções humanas, leis arbitrárias ou mesmo da aniquilação total da matéria, existindo como emanações da glória do Todo-Poderoso.
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Harmonização entre as tradições de
Platão e
Aristóteles no que tange à ingenerabilidade das essências inteligíveis, identificando nas formas e espécies os objetos estáveis da ciência em oposição ao fluxo perpétuo e à mutação indeterminada das substâncias sensíveis e singulares.
Demonstração da unicidade da Mente autoexistente através da uniformidade trans-histórica das verdades compartilhadas, sugerindo que a identidade das ideias em diversas consciências humanas decorre da impressão de um mesmo selo original e da iluminação por uma única luz eterna.