Manutenção da autoridade simbólica de
Platão enquanto sábio pagão cuja obra testemunha a suficiência da razão pura em atingir a certeza da permanência espiritual, opondo-se à tese pedagógica da providência histórica ao postular que a alma alcança sua maturidade ontológica independentemente de auxílios dogmáticos externos ou cronologias de revelação.