Configuração do movimento de Cambridge como marco fundante da subjetividade contemporânea e da cultura de autonomia por meio da obra de intelectuais como Benjamin Whichcote, Ralph Cudworth e Henry More.
Influência transdisciplinar na estética e na questão de gênero através da irradiação do conceito de prazer desinteressado e do impacto direto sobre o desenvolvimento intelectual de pensadoras como Anne Conway e Mary Wollstonecraft.
Consolidação de léxico filosófico fundamental para modernidade incluindo termos técnicos como monoteísmo, materialismo e hilozoísmo que definiram agendas primordiais da filosofia da religião e da mente.
Análise das lacunas na pesquisa acadêmica atual e refutação de preconceitos que descrevem o grupo como retrógrado ou puramente antiquário em face de sua complexidade especulativa.
Exame da legitimidade taxonômica do termo Platonismo de Cambridge confrontando perspectivas de reificação histórica com evidências de autopercepção e classificações do século dezoito.
(HEDLEY, Douglas; LEECH, David. Revisioning Cambridge platonism: sources and legacy. Cham: Springer, 2019)