Na
Apologia, a vida que se submete ao exame se basta a si mesma e merece em si mesma ser vivida; no
Banquete, o que faz a vida merecer ser vivida é a possibilidade de contemplar as Formas — exemplo concreto de como a hipótese da existência das Formas leva
Platão a reinterpretar uma doutrina ou expressão anteriormente empregada num contexto em que as Formas estavam ausentes.