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Mênon, sacerdotes e sacerdotisas, Píndaro e outros poetas divinos, teólogos da tradição órfico-pitagórica, afirmam que a alma do homem é imortal, que ora chega a um termo — o que chamam morrer — e ora nasce de novo, mas nunca perece; e que por isso é preciso viver o mais santamente possível.