A quarta parte do diálogo apresenta o mito do julgamento das almas instituído por Zeus para corrigir os erros do tempo de Cronos, determinando que os mortos sejam julgados totalmente nus por
Minos, Éaco e Radamanto, a fim de que as distinções de nascimento, riqueza ou vestimentas não obscureçam a percepção da verdade da alma perante os juízes.