No
Menon, Sócrates não apenas é acusado de picar aqueles com quem entra em contato (embora, significativamente, como “arraia” e não como “moscardo”), mas também, perto do fim do diálogo, um daqueles que mais tarde o acusaria publicamente, Ânito, aparece em cena e adverte abertamente Sócrates do perigo a que sua prática o expõe (94e).