A esses erísticos, sejam cínicos ou megáricos,
Platão atribui várias características, como perseguir oposições verbais, tornar o raciocínio impossível por sua precisão excessiva no uso da linguagem, negar a predicação, ir da unidade à pluralidade sem passar pelos estágios intermediários, recusar-se a atribuir movimento ou poder ao Ser e serem inimigos do sentido.