O pensamento individual, engajado no sensível e na ação, aí se atola e julga tudo de um ponto de vista particular.
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Citação do fragmento 2: É preciso, pois, seguir o que é comum. O logos é comum, e no entanto a multidão vive como se cada um tivesse sua própria inteligência.
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O pretenso bom senso do vulgo não é o verdadeiro senso comum, o senso universal; esse bom senso individual pode no máximo chegar a um acordo de fato, uma união efêmera para uma obra dada, sem que ninguém renuncie a seu julgamento próprio.
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É preciso elevar-se a um verdadeiro senso comum, comunitário porque fundado na lei que está na própria raiz da sociedade, o que não quer dizer que ele abre a comunidade ao indivíduo; ao contrário, ele isola, mas na comunhão ao logos que dirige tudo.
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Filosofar consiste primeiro em renunciar à sua inteligência particular, apegando-se por aí mesmo ao logos que pertence a todos, embora a maioria das pessoas não o conheça.
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Citação do fragmento 17: Muitas pessoas não têm tais pensamentos, por mais numerosas que sejam a se chocar com eles; quando aprendem, não compreendem, eles o imaginam.
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Citação do fragmento 34: Eles ouvem sem compreender e são como surdos; a palavra lhes dá testemunho: presentes, estão ausentes.
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Citação do fragmento 51: Eles não compreendem como o discordante se acorda consigo mesmo, acordo de tensões inversas, como no arco e na lira.
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Citação do fragmento 47: Não tiremos conclusões ao acaso sobre as coisas mais importantes.
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Citação do fragmento 41: O sábio é uma só coisa: conhecer o pensamento que dirige todas as coisas através de todas as coisas.