Arquitetura das potências anímicas e a gradação das operações vitais, sensoriais e intelectivas
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Análise da potência natural ou vegetativa que opera na interioridade da matéria para engendrar, nutrir e expandir o organismo, respondendo estritamente às leis da extensão e permanecendo incapaz de reconhecer qualquer realidade que extrapole o limite do corpo ou do resíduo sensorial.
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Delimitação do exercício da alma através do corpo, manifestado na sensibilidade externa que fragmenta a unidade anímica em cores, sons e texturas, e na sensibilidade interna ou fantasia, que atua como repositório de imagens materiais, mantendo a consciência cativa de uma retórica de sombras.
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Definição da inteligência como ato puro e imaterial da alma que opera por si mesma, despojada de órgãos ou mediações físicas, buscando e descobrindo realidades que não possuem volume, peso ou cor, elevando o ser humano à dignidade do divino através da contemplação de essências universais.