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        <title>Platonismo</title>
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        <title>A AURORA DOS &quot;FILOSOFOS DA NATUREZA&quot;</title>
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        <description>A AURORA DOS &quot;FILOSOFOS DA NATUREZA&quot;

Função real e ordem cósmica estão já dissociadas em Hesíodo. O combate de Zeus contra Tifão para obter o título de rei dos deuses perdeu o significado cosmogônico. É necessária a ciência de um Cornford para despistar nos ventos que nascem do cadáver de Tifão aqueles que, entranhando-se no interior de Tiamat, separam o céu da terra. Inversamente, a narração da gênese do mundo descreve um processo natural, sem ligação com o rito. Apesar do esforço de delimitaç…</description>
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        <title>FILOSOFIA E SER</title>
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        <description>FILOSOFIA E SER

Deveremos, em última análise, dizer que a filosofia aplica à noção de Ser imperecível e invisível, herdada da religião uma forma de reflexão racional e positiva, adquirida na prática da moeda? Seria ainda demasiado simples. O Ser de</description>
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        <title>FILOSOFIA, MOEDA, VALOR</title>
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        <description>FILOSOFIA, MOEDA, VALOR

Mas não é somente nas estruturas políticas que se inscrevem mudanças mentais análogas às que parecem constituir, desde que se as limite ao único domínio da filosofia, o incompreensível advento de uma razão estranha à história. Sem falar do direito e da arte, uma instituição econômica como a moeda testemunha, no seu desenvolvimento, transformações que não carecem de relações com o nascimento do pensamento racional. Basta recordar o estudo de Louis Gernet sobre as implicaç…</description>
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        <title>MITO COMO MODELO DA FÍSICA JÔNICA</title>
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        <description>MITO COMO MODELO DA FÍSICA JÔNICA

Nesta segunda versão do mito, reconhece-se a estrutura de pensamento que serve de modelo a toda a física jônia. Cornford dá esquematicamente a seguinte análise: 1.°) no começo, há um estado de indistinção onde nada aparece; 2.°) desta unidade primordial emergem, por segregação, pares de opostos, quente e frio, seco e úmido, que vão diferenciar no espaço quatro províncias: o céu de fogo, o ar frio, a terra seca, o mar úmido; 3.°) os opostos unem-se e interferem,…</description>
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        <title>DO MITO À RAZÃO</title>
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        <description>DO MITO À RAZÃO

Nada melhor do que um clássico texto de Jean-Pierre Vernant para introduzir esta seção.

*A formação do pensamento positivo na Grécia arcaica*

O pensamento racional tem um registro civil: conhece-se a sua data e o seu lugar de nascimento. Foi no século VI antes da nossa era, nas cidades gregas da Ásia Menor, que surgiu uma forma de reflexão nova, inteiramente positiva, sobre a natureza. Burnet exprime a opinião corrente quando observa a este propósito:</description>
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        <title>O PRIMEIRO FILÓSOFO</title>
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        <description>O PRIMEIRO FILÓSOFO

E no entanto, o primeiro filósofo já não é um xamã. O seu papal consiste em ensinar, fazer Escola. O segredo do xamã, propõe-se o filósofo divulgá-lo a um corpo de discípulos; o que era o privilégio de uma personalidade excepcional, ele estende-o a todos aqueles que desejam entrar na sua confraria. É quase inútil indicar as consequências desta inovação. Divulgada, alargada, a prática secreta torna-se objeto de ensino e de discussão: organiza-se em doutrina. A experiência ind…</description>
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        <title>Vernant, Jean-Pierre</title>
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        <description>Vernant, Jean-Pierre
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        <title>VERNANT: CORPO DOS HUMANOS E CORPO DOS DEUSES</title>
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        <description>VERNANT: CORPO DOS HUMANOS E CORPO DOS DEUSES

A ilusão de realidade óbvia que o conceito de corpo nos dá hoje vem essencialmente de duas razões: primeiro, a forte oposição que foi estabelecida em nossa tradição ocidental entre a alma e o corpo, o espiritual e o material. Correlativa e posteriormente, o fato de o corpo, que se transformou em matéria, ser um sinal de um estudo, ou seja, de que adquiriu o status de um objeto científico, definido em termos de anatomia e fisiologia.</description>
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        <title>Versões do mito de Hesíodo</title>
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        <description>Versões do mito de Hesíodo

(Jean-Pierre Vernant)

Em uma primeira versão, a narrativa descreve as aventuras de personagens divinas: Zeus luta pela soberania contra Tifão, dragão de mil vozes, força de confusão e de desordem. Zeus mata o monstro, cujo cadáver dá nascimento aos ventos que sopram no espaço separando o céu e a terra. Depois, incitado pelos deuses a tomar o poder e o trono dos imortais, Zeus reparte entre eles as</description>
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        <title>A visão divinatória e a memória</title>
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        <description>A visão divinatória e a memória

(Jean-Pierre Vernant)

A visão divinatória do poeta inspirado coloca-se sob o signo da deusa Mnemosyne, Memória, mãe das Musas. Memória não confere o poder de invocar recordações individuais, de representar-se a ordem dos acontecimentos dissipados no passado. Daí ao poeta — assim como ao adivinho — o privilégio de ver a realidade imutável e permanente, põe-no em contato com o seu original, do qual o tempo, na sua marcha, só descobre uma ínfima parte aos humanos, …</description>
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