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Enéada I – Platão e platonismo

Tag: Enéada I

  • Aubry: okeiosis

    […] Em suma, esta passagem do ego ao eu é também a da consciência aristotélica, enquanto consciência exclusiva do corpo vivo1. En somme, ce passage du moi au soi est aussi celui de la conscience aristotélicienne, comme conscience exclusive du corps vivant2, à la conscience platonicienne, comme conscience de la pure pensée. Também aqui podemos…

  • Aubry: Tratado 53

    La traduction se fonde sur le texte grec établi par H.-S.2 ; mais le lecteur pourra utiliser aussi H.-S.1. En effet, quand la traduction suppose un texte différent aussi bien de H.-S.2 que de H.-S.1, nous l’avons signalé en note, ainsi que dans la « liste des modifications au texte grec de H.-S.1 et de…

  • Aubry: hemeis

    Intermediário entre o sensível e o inteligível, o animal e o divino, o “nós” [gr. hemeis] plotiniano parece assim não ter identidade. Não é uma substância, mas uma relação, e não tem outra identidade senão uma dupla identificação possível: uma pela qual pode tornar-se aquilo que não é mas que espontaneamente acredita ser — o…

  • Aubry: o sujeito da ética no Tratado 53

    Excerto traduzido de AUBRY, Gwenaëlle. Plotin. Traité 53. Paris: CERF, 2004, p. 55-56 O sujeito que surge ao final do Tratado 53 e no limiar das Enéadas parece ser, sobretudo, o tema da ética: não admite determinação ontológica (uma vez que não é uma substância, mas uma situação, intermediária entre duas substâncias, uma das quais…

  • Aubry (Tratado 53): Conhecer-se a si mesmo

    Segundo Gwenaëlle Aubry (Plotin. Traité 53. Paris: Cerf, 2004, p. 19-22), o desafio do Tratado 53 [das Enéadas de Plotino] reside na identificação deste “ti mesmo” que o preceito délfico propõe [conhece-te a ti mesmo], ou impõe, como objeto de elucidação. Ora, para tal a conversão à interioridade não basta para desvelá-lo. De fato, ela…

  • Aubry: pathos

    L’âme identique à l’être-âme ne peut être le sujet d’aucune passion (Enéada I, 1, 2, 13-25). De l’identité de l’âme à son essence, on va conclure à son impassibilité. C’est la deuxième hypothèse que l’on continue de développer, et, cependant, le ton change : à la sécheresse quasi scolaire des raisonnements précédents se substitue une…

  • Enéada I, 9, 1: O suicídio não é admissível

    No te quitarás la vida, para que no salga el alma; porque saldrá llevándose algo a fin de salir efectivamente. Además, salir es trasladarse a otro lugar; el alma, empero, aguarda a que el cuerpo se separe, totalmente de ella, y entonces ella no necesita cambiar de lugar, sino que está totalmente fuera. ¿Y cómo…

  • Enéada I, 8, 15: A alma pura permanecer preservada do mal

    15 Pero si alguien niega que la materia exista, habrá que mostrarle la necesidad de su existencia basándose en nuestro tratado sobre la materia; allí este tema ha sido desarrollado más ampliamente. Pero si alguien negara que el mal exista en absoluto en la realidad de las cosas, se verá forzado a abolir aun el…

  • Enéada I, 8, 14: A fraqueza da alma

    14 Mas si alguien dijera que el vicio es una debilidad del alma apelando al hecho de que el alma viciosa es sumamente impresionable y excitable, dejándose llevar de vicio en vicio, muy sensible a los apetitos, pronta a montar en cólera, precipitada en sus consentimientos, fácil en ceder a las imaginaciones oscuras, parecida a…

  • Enéada I, 8, 13: O mal obstáculo

    13 A no ser que el vicio sea un mal por esto: en cuanto impedimento, como el que impide al ojo ver. Pero, en ese caso, el mal será, para quienes así piensan, causa de mal, y causa de mal sobre el supuesto de que sea distinto del mal mismo. Si, pues, el vicio es…