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Platão – Platão e platonismo

Tag: Platão

  • Mesquita (Platão:72) – o que é

    Acabados de ver a importância e a centralidade que o saber assume na primeira fase da reflexão platónica e o modo como ele se vincula à questão «o que é», quer como projecto determinado que assim se explicita, quer como, ele próprio, determinação fundante daquilo que é, resulta claro que o imperativo perguntar por «o…

  • estin

    […] o que se poderia entender aqui por «existir»? Ser indeterminadamente, i. e., «haver»? Ou ser segundo uma particular qualificação, a saber, ser «na realidade»? No primeiro caso, tudo é: a mesa, a árvore, mas também o unicórnio e o centauro, em suma, tudo o que sob qualquer modalidade pode ser ou ser pensado como…

  • Jean Brun

    JEAN BRUN (1919-1994) Obra na Internet: Internet Archive; Library Genesis

  • Mesquita (Platão:375-376) – chora

    «Pura materialidade» só poderia, no entanto, significar para Platão, como já vimos, o «puro lugar» (χώρα); e a χώρα constitui para ele a pura condição, no sentido próprio do que constitui algo no seu caráter condicionado, i. e., a pura relativização, desprovida de toda a consistência própria e de toda a realidade, porque nada é…

  • komodia

    κωμῳδία O mesmo sucede com aquilo que é ridículo . «Ao ouvir qualquer coisa ridícula numa reprodução cômica ou numa conversa particular, acha-se graça a isso e não a achamos detestável como se fosse ruim — mas se a nós próprios nos acontecesse ficaríamos envergonhados e embaraçados» . A afectação com que acolhemos uma situação…

  • Platão (Rep. 604b-604e) – dois elementos no homem

    — Mas, quando há no homem impulsos contrários e simultâneos em relação ao mesmo objecto, dizemos que há necessariamente nele dois elementos. [467] — Pois não! — Ora um estará pronto a obedecer à lei, naquilo que ela lhe prescrever? — Como? — A lei diz que o que há de mais belo é conservar…

  • Caeiro (Arete:87-90) – lype

    Para percebermos a diferença radical que há entre o modo como um acontecimento se processa na vida e o modo como esse acontecimento é «visto» pela reprodução imitadora (mimesis), consideremos primeiramente uma situação que nos afecte, deprimindo-nos. Quando passamos por uma situação que é qualificada como sendo deprimente (lype), produz-se uma dependência do desenvolvimento da…

  • Caeiro (Arete:81-84) – pragmata

    […] de que modo é possível ter acesso à verdade e não ao simulacro da excelência (arete)? Qual é o aspecto essencial (eidos) da excelência (arete)? De que forma temos ou não um autêntico acesso ao seu sentido? De que forma as produções artísticas que imitam as situações humanas são «outras» e «derivadas»? Se se…

  • Caeiro (Arete:79-81; 85-86) – tragoidia (tragédia)

    De que forma é que a reprodução imitadora (mimesis) pode distorcer completamente todos os fenômenos afins à «prática humana»? Qual é a relação mimética que temos com o sentido da situação humana (praxis)? Ou, antes, de que forma podemos aceder autenticamente ao sentido de uma determinada situação por que passamos, criando-a ou caindo nela? Esta…

  • Caeiro (Arete:73-75) – agathon

    É esta a compreensão que dá inteligibilidade à situação concreta de Sócrates. A ela não temos acesso através da mera descrição do que vemos de uma forma objectiva, por mais pormenorizada e exaustiva que ela seja, procurando inclusivamente referir os horizontes internos de cada coisa. Esta descrição objectiva da situação está orientada para o escrutínio…