neoplatonismo:damascio:memoria
Differences
This shows you the differences between two versions of the page.
| Both sides previous revisionPrevious revision | |||
| neoplatonismo:damascio:memoria [08/01/2026 18:55] – removed - external edit (Unknown date) 127.0.0.1 | neoplatonismo:damascio:memoria [08/01/2026 18:55] (current) – ↷ Page moved and renamed from neoplatonismo:damascio:memoria:start to neoplatonismo:damascio:memoria mccastro | ||
|---|---|---|---|
| Line 1: | Line 1: | ||
| + | ===== Memória ===== | ||
| + | |||
| + | // | ||
| + | |||
| + | Por que as memórias conscientes (epistaseis) de vidas anteriores são tão raras? Porque as percepções conscientes das coisas particulares são externas em relação a seus objetos e suas origens, enquanto as de universais surgem de dentro e são nossas e ao mesmo tempo se apresentam à nossa consciência (epistasia) com um choque menos forte (aplektoteros) porque são familiares e não estranhas. Além disso, as de universais são mais numerosas. | ||
| + | |||
| + | |||
| + | Há tantos tipos de recordação quanto de conhecimento: | ||
| + | |||
| + | |||
| + | Bion perguntou se a falsidade também é resultado da lembrança, já que seu oposto é, ou não, apontando o absurdo disso. A solução é que a falsidade também deve sua origem a uma aparência de verdade e que essa aparência é algo que não se tomaria como verdade, se não se conhecesse a verdade de alguma forma. | ||
| + | |||
| + | Strato [fr. 126] se perguntou por que, se a teoria da reminiscência se sustenta, não adquirimos conhecimento sem provas, e como é que ninguém jamais aprendeu a tocar flauta ou cítara sem prática. Em primeiro lugar, houve homens autodidatas, | ||
| + | |||
| + | Assim como a imaginação, | ||
