neoplatonismo:plotino:varia:uniao
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| + | ===== União ===== | ||
| + | **VI. 9. 11** | ||
| + | *(Armstrong Selection and Translation)* | ||
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| + | (A experiência da união mística descrita.) | ||
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| + | É isso que o comando dado nesses mistérios pretende proclamar: “Não revele aos não iniciados”. Como o Divino não deve ser revelado, ele nos proíbe de declará-lo a qualquer outra pessoa que não tenha tido a sorte de vê-lo. Como não havia dois, mas o próprio vidente era um com o Visto (pois Ele não era realmente visto, mas unido a ele), se ele se lembrar de quem se tornou quando se uniu a Aquele, ele terá Sua imagem em si mesmo. Ele era um só então, sem distinção em si mesmo, seja em relação a si mesmo ou a qualquer outra coisa; pois não havia movimento nele, e ele não tinha emoção, nenhum desejo por qualquer outra coisa quando fez a ascensão, nenhuma razão ou pensamento; seu próprio eu não estava lá para ele, se é que podemos dizer isso. Ele estava como se levado ou possuído por um deus, em uma solidão tranquila, na quietude de seu ser voltando-se para o nada e não ocupado consigo mesmo, totalmente em repouso e tendo-se tornado uma espécie de repouso. Ele não pertencia ao reino das belezas, mas já havia passado além da Beleza e subido mais alto do que o coro das virtudes, como um homem que entra no santuário e deixa para trás as estátuas no santuário externo. Elas são as primeiras coisas que ele olha quando sai do santuário, após sua contemplação interna e sua conversa lá, não com uma estátua ou imagem, mas com o próprio Divino; elas são objetos secundários de contemplação. Aquilo outro, talvez, não fosse uma contemplação, | ||
