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Exemplo pessoal de ascensão em meditação com uma professora rosacruciana (Mãe Serena).
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Distinção entre devaneio e imagens espirituais intensas e espontâneas na meditação.
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Metáfora da ascensão (elevador, escada) usada por
Plotino, embora não haja distância real a transpor.
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Experiência descrita em etapas: elevador passando por esferas (andares), salto em reino de luz dourada, corpo fundindo-se com a luz, perda da sensação de corpo, consciência como centro individual suspenso.
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Pergunta reveladora sobre desejo de conhecer o Supremo; osmose através de uma membrana.
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Estado além: claridade/esplendor natural, sem êxtase, ausência de Eu particular mas consciência totalmente presente. Claridade branca/opaca, sensação de completude, sem distância ou vastidão. Consciência primordial = o Um.
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Intervalo de radiância; perguntas intrusivas sobre tempo e razão para deixar a Luz Clara.
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Aparição de uma bolha com arco-íris representando a estrutura total da Existência (planos, almas, seres, galáxias), insubstancial e delicada. Radiância do Um brilhando através dela.
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Corrente de solicitude amorosa por todos os seres, culminando em retorno ao reino dourado (Existência).
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Retorno não por apego à individualidade, mas por compromisso com toda a vida.
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Compreensão da coexistência da visão da insubstancialidade do universo com o amor e compromisso compassivo.
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Compreensão da emanação inevitável da Existência a partir da supersaturação da consciência pura por si mesma.
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Compreensão final da afirmação plotiniana: O Um nasce, por assim dizer, para Seu próprio interior como se apaixonado pela luz clara que é Ele Mesmo, e Ele é o que Ele ama.
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A jornada de retorno é simplesmente o eterno transbordamento ou emanação do Um como Existência ou Amor.