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Apatheia
Thomas McEvilley – Configuração do Pensamento Antigo
Thomas McEvilley. The Shape of Ancient Thougth. Comparative Studies in Greek and Indian Philosophies. New York: Allworth Press, 2002
A Ética da Impassibilidade
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Sistemas éticos baseados na natureza dos atos e estados mentais
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Classificação de sistemas éticos conforme o critério de valor moral
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Sistemas que consideram certos atos como intrinsecamente bons ou maus, independentemente da intenção
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Sistemas que exigem um estado mental específico para que o ato tenha significado ético
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Sistemas que focam exclusivamente nos estados mentais, independentemente dos atos executados
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Exemplos históricos de fundamentação ética
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Jainismo como paradigma de ética baseada no ato em si
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Caráter kármico negativo do ato de matar, independente da voluntariedade
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Características arcaicas e similitude com sistemas baseados em tabu e poluição
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Budismo como paradigma de ética que combina ato e intenção
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Relevância kármica do ato de matar apenas quando voluntário
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Adoção desta perspectiva pelas religiões monoteístas: Zoroastrismo, Judaísmo, Cristianismo e Islã
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Sistemas ocidentais e orientais que focalizam o estado mental como determinante ético primordial
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Valor ético determinado pela postura mental no momento do ato
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Predominância desta abordagem entre filósofos da Grécia Antiga e da Índia Antiga
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Obscurecimento desta tradição grega pela posterior influência da ética judaico-cristã
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A impassibilidade como bem ético supremo nas tradições indiana e grega
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Definição e objetivos da impassibilidade (Ataraxia e Upeksa)
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Atitude de igual valoração perante eventos vantajosos e desvantajosos pessoalmente
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Tentativa de elevar a mente além das flutuações de prazer e dor
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Abordagens transcendentalista e naturalista para atingir a impassibilidade
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Desengajamento dos padrões ordinários de motivação
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Abordagem transcendentalista para a impassibilidade
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Prescrição do desengajamento para promover uma motivação transcendentalista
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Consideração das sensações como irreais em comparação com um reino hipersensual
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Objetivo de tornar-se “morto para este mundo” para ganhar acesso ao Ser superior
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Manifestações do transcendentalismo no Platonismo, Neoplatonismo, Vedanta e escolas Mahayana
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Abordagem naturalista para a impassibilidade
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Aceitação da experiência mundana como o dado a ser enfrentado
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Recomendação da impassibilidade com base em fundamentos naturalistas
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Resposta à incontrollabilidade da experiência
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Exemplos no Budismo Theravada e no Epicurismo
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A filosofia como terapia: sobreposição entre filosofia e tratamento médico
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A ideia de que o logos cura as doenças da alma
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Origens homéricas e possíveis raízes paleolíticas no xamanismo
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Reconhecimento da conexão por Píndaro, Ésquilo e os pré-socráticos
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Relação estreita entre filosofia e medicina na Antiguidade
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Persistência das conexões profundas entre medicina e filosofia
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A persistência da analogia médica no Império Romano e além
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Autodescrição de Dio Crisóstomo como médico da saúde mental
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Aparição da visão médica da filosofia na Índia, especialmente no Budismo
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Candrakirti e a analogia médica: opiniões como doença e filosofia crítica como cura
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O Sutra do Lótus e a escolha de diferentes argumentos para diferentes opiniões
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A concepção de Chi Tsang sobre o descarte do medicamento após a cura da doença
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Responsabilidade e envolvimento urgente da filosofia na comunidade humana
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Abordagem das escolas helenísticas aos problemas mais dolorosos da vida humana
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Prescrição de cirurgia radical para a remoção das emoções
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A abordagem terapêutica na filosofia grega no período inicial
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Associação com as escolas helenísticas e a ética da impassibilidade
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Característica da filosofia grega em todos os períodos, não apenas no helenístico
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Implicação ética nos sistemas monistas dos Milesianos e das Upanishads
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Heráclito e a defesa de uma atitude de indiferença ou impassibilidade
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Parmênides e a desautorização de respostas ordinárias do realismo ingênuo
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Pitágoras e a distinção dos tipos humanos nos jogos olímpicos
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Demócrito como pioneiro ético e precursor do ideal helenístico
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Ensino de verdades superiores e inferiores e recomendação da impassibilidade
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Descrição negativa do ideal como um afastamento
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Fragmentos que antecipam a ética epicurista e o uso do termo Ataraxia
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Platão e a featuring das abordagens naturalista e transcendentalista
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Personificação da impassibilidade por Sócrates nos diálogos iniciais
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Abordagem transcendentalista nos diálogos médios e a distinção entre standpoints natural e transcendente
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Controle dos prazeres e desejos como poder de autodomínio (Sophrosyne e Enkrateia)
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Teoria do prazer racional e distinções entre prazeres necessários e desnecessários
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Aristóteles como modelo e exceção para a ética helenística
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Conflito com o ideal de impassibilidade e defesa do envolvimento emocional
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Fundamentos aristotélicos para as escolas helenísticas
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Insistência na responsividade dos desejos ao raciocínio
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Crença de que as emoções representam assentimento a proposições não faladas
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Conceito de hexis ou sistema de hábitos
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Axiologia naturalista e o destino da alma divorciado do controle das ações humanas
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Continuidade e mudança de ênfase entre os períodos Helênico e Helenístico
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Percepção de uma ruptura abrupta na filosofia grega
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Presença de todos os elementos helenísticos já no período inicial
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O germe do ceticismo eudaimonístico de Pirro na afirmação de Platão
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A fonte da ênfase estóica na intervenção mental em Heráclito
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A raiz da Ataraxia de Epicuro na Athambia de Demócrito
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A abordagem transcendentalista na Índia e a dominância do ideal de impassibilidade
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Implicação ética nos primeiros sistemas monistas e as frases upanishádicas “iti iti” e “neti neti”
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Supressão do desejo pelo bem de uma consciência totalizada e a distinção entre conhecimento superior e inferior
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Jainismo e a renúncia de si com base em uma agenda transcendentalista
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Filosofia Samkhya e o objetivo de separação completa da alma das preocupações do ser individual
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A ética transcendentalista da impassibilidade nas escolas Yogacara do Budismo, Prasangika Madhyamika e Advaita Vedanta
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A abordagem naturalista na Índia: sistemas Carvaka e Ajivika
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Elementos esperados de uma ética naturalista: teoria do conhecimento baseada nos sentidos, doutrina causal empírica e modelo mental baseado na observação
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Carvaka: materialismo, epifenomenalismo, eudaimonismo e determinismo absoluto
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Ajivika: Niyati ou Determinismo Natural quase absoluto e encorajamento da ascese para cultivar o desapego
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Budismo inicial I: Teoria naturalista do conhecimento
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Reconhecimento apenas da experiência sensorial e inferência indutiva como fontes válidas
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A definição do universo (Sabba) como os seis sentidos e seus objetos
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A conexão entre preocupação e crença em coisas além da esfera da experiência
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Prapanca (proliferação mental) como raiz dos problemas humanos
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Budismo inicial 2: Doutrina naturalista da causalidade
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Causalidade como real, objetiva, regular e inevitável
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Compreensão da causalidade como o Dharma e corolários da impermanência e sofrimento
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Estratégias ineficazes baseadas no pensamento desiderativo e a adoção de uma estratégia baseada nos fatos da causalidade
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Budismo inicial 3: Ética naturalista
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Disposição natural para evitar o sofrimento e atingir o prazer
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Ética como terapia preocupada com prazer e dor, e não como moralidade do bem e do mal
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Distinção fundamental entre ações saudáveis (kusala) e não saudáveis (akusala) com base nas consequências
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Críticas de hedonismo egoísta e a resposta baseada nos fatos da causalidade
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A “pacificação do desejo” como meio de evitar a infelicidade
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Budismo inicial 4: Psicologia naturalista
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Doutrina dos cinco agregados (skandhas) como estágios no caminho da sensação à ação
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Contato (phassa)
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Sensação hedônica (vedana)
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Reconhecimento ou identificação (samjna)
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Fatores de formação ou impulso reativo (samska-ra)
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Consciência (vijna-na)
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O processo mecânico de um contato sensorial levar a um novo atprodutor de karma
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Budismo inicial 5: Estratégias para interromper o processo mental
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A possibilidade de intervenção e interrupção do processo automático
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O ponto de viragem entre reconhecimento (samjna) e reação (samska-ra) como suscetível à interrupção
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A análise expandida na literatura Abhidharma em termos de momentos-menta
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O curso da cognição (vithi) de dezassete momentos-menta e o estado subconsciente de vida-continuum (bhavanga)
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O momento de determinação (momento oito) como crucial para a intervenção volitiva
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O papel da sabedoria (prajna) e atenção plena (sati) para influenciar o processo em direção ao saudável
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A condição de estabilidade mental (thitata) ou equanimidade como definição inicial de Nirvana
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Análogos no pensamento de Platão e Aristóteles
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Phronesis (sabedoria prática) como faculdade de intervenção, semelhante à atenção plena (sati)
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Foco de Aristóteles no aspecto prazer-dor da experiência como chave da realidade ética
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Processo aristotélico da sensação à ação: sensação, imagem mental (phantasia), desejo (orexis), emoções (pathe)
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Ênfase no hexis (disposição) e a dificuldade de mudá-lo após o desenvolvimento
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Epicurismo I: Introdução e contexto intelectual
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Formação sob o platonista Pamphilus e o democríteo Nausífanes
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Adoção do atomismo, ética da impassibilidade, teoria fenomenológica do conhecimento e materialismo de Demócrito
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Rejeição do determinismo democríteo e inserção do livre-arbítrio platónico
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Fundação da escola em Atenas
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Epicurismo 2: Teoria naturalista do conhecimento
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Rejeição da especulação divorciada da experiência e desmistificação da tradição
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Preceito de que a percepção nunca erra e que todas as sensações são verdadeiras
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A origem do erro na interpretação, não na percepção
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Advertência contra conclusões antes da verificação e a rejeição da educação (paideia) por si só
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Prolepseis (preconceitos) como conceitos gerais formados pela acumulação de sensações
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Epicurismo 3: Doutrina naturalista da causalidade
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Ênfase em conceitos de causalidade derivados indutivamente para eliminar medos e superstições
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Causalidade como completa, mas não um determinismo absoluto
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A felicidade como ligada ao conhecimento causal e o propósito do seu estudo como compostura mental e autoconfiança
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Epicurismo 4: Psicologia naturalista
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Consciência como subproduto temporário de combinações atómicas e negação de uma vida após a morte
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Redução de toda a sensação ao modelo do toque e a mente como um sexto sentido
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Processo da sensação à atividade emocional: contacto (epibole), imagem mental com tonalidade hedónica (phantasia), associações de reação (impulsos de desejo ou aversão)
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Epicurismo 5: Ética naturalista
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Caracterização como uma técnica de paz de espírito e terapia
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Preocupação com a felicidade humana como ausência de dor corporal e ansiedade mental
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Magnitude do prazer atingindo o seu limite na remoção de toda a dor
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Distinção entre prazeres cinéticos e estáticos
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Ética utilitária baseada no prazer/dor, não no bem/mal
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O espelho do Dharma epicurista: a ação que leva ao sofrimento é má, a que não leva é boa
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Ética de interesse próprio e cálculo hedónico
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Formulação do Caminho do Meio entre hedonismo simples e ascetismo
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Epicurismo 6: Estratégias para reformar o processo mental
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Uso proeminente da ideia aristotélica de disposição estabelecida (hexis)
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Sequência reconstruída: filme atómico, phantasia com valor hedónico e prolepseis, impulso formado pela interação com a hexis, crença (doxa) que foca a emoção, ação
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O elemento de crença (doxa) como abertura para o erro e sofrimento
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Crença na capacidade de mudar as disposições (hexeis) em qualquer idade através da filosofia
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Técnicas: memorização e repetição diária, investigação atenta aos processos mentais, “confissão” terapêutica, técnicas de modificação comportamental
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A formação de um novo hexis como reformação do conjunto de samskaras
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As consequências do hedonismo epicurista
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Levar a uma vida austera e de retiro, com foco nos factos empíricos
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Técnicas para “condensar prazeres” através da atenção plena (epilemos)
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Retiro do mundo e estabelecimento de comunidades semelhantes a religiosas, mas sem crenças religiosas
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Rejeição do ritual e da oração com base na autoconfiança
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Aceitação da existência de deuses, mas declaração da sua irrelevância para a vida humana
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Propagação missionária e estabelecimento de comunidades de jardim em várias cidades
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Veneração e virtual deificação de Epicuro após a sua morte
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Críticas de falta de consciência social e resposta baseada no interesse próprio esclarecido
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O conceito de Amor (philia) como virtude immortal e a vida na comunidade dominada pela philia
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Difusão ampla e influência no Próximo Oriente, Itália e Norte de África
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Declínio devido ao seu ateísmo próximo e ênfase na autoconfiança, em contraste com a avançante piedade cristã
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Estoicismo I: Introdução e contextos intelectuais
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Formação de Zenão de Cítio por Crates, o Cínico, e através dele, Diógenes e Sócrates
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Semelhanças fundamentais com o Epicurismo e o Budismo na estrutura de empirismo, causalidade e interrupção do processo psicológico
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Ar de respeitabilidade em comparação com o Epicurismo, devido à preocupação com a religião e o estado
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Estoicismo 2: Teoria naturalista do conhecimento
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Conhecimento como baseado empiricamente em particulares
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Conceitos gerais (prolepseis) induzidos a partir de perceções sensoriais
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Dificuldade em distinguir perceções objetivas de subjetivas e o conceito de impressão cataleítica (phantasia kataleptike)
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Estoicismo 3: Doutrina naturalista da causalidade
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Negação de eventos acausais e de causalidade fora da natureza
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Previsão infalível como teóricamente possível com o discernimento completo dos elos causais
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Estoicismo 4: Psicologia naturalista
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Alma como corpórea, mas de substância quintessenciada (éter, fogo divino)
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Processo da sensação à ação: sensação (aisthesis), imagem mental com tonalidade de prazer/dor (phantasia), impulso (horme) decidido pela hexis e prolepseis
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Factor de livre-arbítrio ou escolha (hairesis/prohairesis) com poder de assentir ou dissentir do impulso
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Estoicismo 5: A ética naturalista
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Derivação dos ideais cínicos de apatheia (não reatividade) e autarkeia (autodomínio)
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Fim ético como trazer padrões de desejo e aversão para harmonia com o fluxo real de eventos (viver de acordo com a natureza)
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Paixão (pathos) como impulso excessivo e desobediente aos ditados da razão
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Distinções entre coisas virtuosas, viciosas e indiferentes (adiaphora), e subdivisões destas (preferidas, evitadas, apropriadas)
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Compromisso entre a dureza cínica e a utilidade social
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Propósito eudaimonístico de minimizar o sofrimento e atingir a tranquilidade (euroia)
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Formulações de Epicteto paralelas às Quatro Nobres Verdades budistas
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Estoicismo 6: Estratégias para interromper o processo mental
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Acto de assentimento (ou dissentimento) como precedendo todo o pensamento e ação
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Isolamento deste acto mental fugaz como área onde o livre-arbítrio pode ser exercido
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Processo de três estágios: sensação, phantasia com prazer/dor, impulso (horme)
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Papel da hexis (disposição) em ditar o prazer/dor e o assentimento
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Crença na capacidade de alterar a hexis com as técnicas correctas
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Técnicas: introspeção, visualizações, reflexões sobre a causalidade e a impermanência, redescrição
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O sábio (sophos) como aquele cuja hexis foi trazida para harmonia com o que quer que aconteça
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A história posterior do Estoicismo
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Reforma do Estoicismo ao longo de linhas cínicas no século I d.C. (Nova Stoa)
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Ênfase no progresso gradual rather than na condição de perfeição infalível
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Figuras emblemáticas: o escravo Epicteto e o imperador Marco Aurélio
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Declínio face ao materialismo em contraste com o platonismo resurgente, religiões de mistério e cristianismo
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Endurance em milieux estrangeiros e influência nos pais da igreja e para além
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A questão da difusão de ideias entre as tradições
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Semelhanças impressionantes entre as psicologias éticas
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Mecanismos de difusão claramente presentes através do comércio e comunidades mistas
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Ausência de um detalhe crucial que exija a invocação de difusão histórica
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Matizes académicos e preconceitos sobre a cultura grega
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Caracterização do Epicurismo e Pirronismo como “orientais” por serem introspectivos e não moralizantes
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Questionamento do cliché de que os gregos eram extrovertidos e otimistas, e os indianos introvertidos e pessimistas
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Existência de terminologia ética negativa na Grécia antes de qualquer influência indiana presumida
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Questionamento da ideia de que a filosofia grega era mais intelectual e a oriental mais preocupada com o desassossego da alma
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Reconhecimento da preocupação helenística com “o desassossego da alma”
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