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Fundamentos da Filosofia Egípcia e a Unificação Soteriológica do Ser
- Continuidade da eusebeia e integração entre racionalidade matemática e devoção religiosa primordial
- Transformação do testemunho das festividades divinas em contemplação teórica do cosmos ordenado e dos entes reais
- Caráter da Academia Platônica como santuário das Musas e receptáculo de revelações de natureza angélica
- Transmutação da busca ritual dos sacerdotes de mistério em certeza da mais alta racionalidade filosófica
- Promoção da alma ao estado de athanatos e imperativo da ascensão ao reino divino através da essencialidade pessoal
- Distinção e síntese entre arte hierática e filosofia nas linhagens neoplatônicas tardias
- Despersonalização da alma através da arte sagrada radicada em causas pericósmicas e na imortalidade essencial
- Identidade entre filosofia egípcia e teurgia enquanto therapeia dos deuses para salvação no nível da geração
- Unificação das vertentes filosófica e hierática sob a figura do filósofo como Bacchus e agente de desapego da gênese
- Simbolismo dionisíaco e processo de purificação da alma no estágio preparatório da vida filosófica
- Manifestação da inteligência divina através da êxtase e do movimento ordenado em conformidade com as Leis
- Libertação dos vínculos da custódia corporal e transição para uma forma de vida desimpedida e dionisíaca
- Equivalência entre mistérios esotéricos da filosofia e exposição de estátuas e símbolos nos templos secretos de Ísis
- Transcendência da sabedoria órfica e caldeia em relação ao senso comum filosófico e à lógica meramente discursiva
- Herança egípcia e transmissão pitagórica da soteriologia e da imortalidade da alma para o mundo helênico
- Prioridade histórica dos egípcios na investigação filosófica sobre princípios primeiros e destino pós-morte
- Conceito de theokrasia e união perfeita do ser com o divino através do retorno das almas à sua origem
- Transformação da alma de fantasma homérico em essência luminosa análoga ao ba e ao akh egípcios
- Reintegração da essência imaterial no reino das arquétipos eternos após libertação do cárcere corpóreo
- Prática da filosofia como melete thanatou e ensaio para união mística com o Intelecto Divino
- Processo de purificação por concentração da alma dispersa e unificação dos pontos de vitalidade fragmentada
- Antecipação das iniciações dos mistérios do Duat através da disciplina filosófica e da separação espiritual
- Conexão entre fim e princípio mediante elevação da alma ao nível do eidos divino e sua subsequente união
- Transição do pensamento lógico para o intuitivo através da prece sagrada e possessão pela serenidade divina
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