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Sua dialética não conduz do efeito à causa (como a de Aristótese). Este caminho só é aceitável dentro de certos dogmas, para aceitá-los tal como dados pela revelação, não para explicá-los.
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Ao adotar conscientemente os dogmas revelados, o espírito humano entra em comunhão com o suprassensível.
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Não há caminho do fenômeno ao ser; não é dado ao homem apreender as causas; só sabemos muito pouco; cremos que tudo foi bem criado e ordenado por Deus.
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Cada criatura, logo após o gesto divino, existiu em toda sua perfeição. Só o homem tem uma evolução reservada (criado à imagem e semelhança de Deus).
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Recebeu a imagem desde a criação; a semelhança só virtualmente, em potência, para ser atingida em ato pelo conhecimento da verdade e pureza de vida.
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Não há evolução física das espécies, mas há evolução moral e espiritual baseada no livre-arbítrio.
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Interpretação da natureza humana é platonizante, mas o fim supremo obtém-se pela colaboração da teoria e da prática, ambas motivadas pela vontade.
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Evolução é comum a ambos os sexos: mesma definição animal racional mortal.
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Fonte do mal: mau uso deliberado das faculdades de nossa natureza; o mal não é realidade positiva, nem substância (posição neoplatônica).
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Livre-arbítrio não é um mal.