Tag: eros
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Enéada III, 5, 3 — O deus Eros nasceu da Afrodite celeste que representa a alma divina
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in Enéada-III-53- No podemos dudar que de una esencia provenga una hipóstasis y una esencia que, aun siendo inferior, no deja por ello de ser una esencia. Porque el alma divina es también una esencia, originada por el acto que la precede y con una vida proveniente de la esencia de los seres cuando tiende su…
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O Banquete
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in BanqueteSobre o amor e a beleza. Desenvolve a teoria das Ideias. A seguir excertos da apresentação de uma seleção da obra traduzida em espanhol (encontrada na Internet, sem referências). Muchos de los autores que han trabajado este diálogo lo suelen dividir en tres grandes partes: los cinco primeros discursos, la intervención de Sócrates y el…
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Amor puro, mixto e desviado (Hadot)
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in Enéada-III-51° A propos de 1, 57, nous avons dit (n. 54 et p. 46-48), que la distinction de trois amours chez Plotin : amour pur, amour mixte, amour dévié, ne coïncide pas avec la classification que Platon (Lois, 837 a-d) propose entre trois types d’amours qui sont : l’amour chaste, qui a l’âme pour objet,…
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Elementos míticos ao redor de Amor (Hadot)
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in Enéada-III-5O amor nasce do desejo da alma pelo melhor e pelo bem (Enéada III, 5, 9, 40-41; cf. 4, 22-24; 7, 7 e 7, 31). O mito diz que nasce de Penia e de Poros (9, 45), na medida em que participa tanto da indigência como da abundância: da indigência, porque deseja ser preenchido, saciado…
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Ucciani (Plotin:213-218) – Eros – Amor – Mundo
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in Enéada-III-5Contour, tout d’abord — méthode et contenu — celui-ci l’amour comme démon, un singulier, mais aussi les démons, une généralité. Il s’agirait d’interpréter Platon (« supposer que Platon veut dire que l’Amour est ce monde lui-même et non pas l’amour (né en lui) que ce monde éprouve, entraîne beaucoup d’objections qui vont contre cette opinion…
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Do Amor (Ficino)
FICINUS, M. De amore: comentario a “El Banquete” de Platón. Rocío de la Villa Ardura. 3. ed ed. Madrid: Técnos, 1994. DE AMORE OU COMENTÁRIO AO “BANQUETE” DE PLATÃO. DISCOURSO I: Capítulo I Capítulo II. Regra para louvar o amor. Qual a sua dignidade e grandeza Capítulo III. Da origem do amor Capítulo IV. Sobre…
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Eros (Jaeger)
Los historiadores de la religión han señalado que Eros tuvo un culto muy antiguo en Tespias de Beocia, al pie del monte Helicón, aunque no aparezca por ninguna parte como una divinidad objeto de culto en tiempos primitivos. Dado que también Hesíodo tenía una especial relación personal con las Musas de este su propio solar,…
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Amor
O Sócrates do Banquete (203 b-c) conta o relato que lhe fez a sacerdotisa Diotima, do dia que os deuses do Olimpo celebrando o nascimento de Afrodite, a dama Pobreza (Penia) compartilhou alguns restos de néctar com o vagabundo Expediente (Poros1 De seu furtivo casamento nasceu este Eros que Plotino descreve como um insaciável semideus,…
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erotikoi
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Descrevendo em modo mítico a “queda” das almas nos corpos, o Fedro (248c) situava no mais baixo nível aquelas que cabem aqui em baixo aos tiranos e aos sofistas, em um nível muito pouco superior aquelas dos magos e dos poetas (entendidos como profissionais da “imitação”), dos artesãos e dos cultivadores, dos adivinhos, dos atletas…
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Do Amor (VI,1) – Introdução à discussão sobre o amor (Ficino)
E assim foi para Carolo Marsuppini. Em seguida, Tommaso Benci, um fiel imitador de Sócrates, com prazer e um rosto sorridente, aplicou-se à reflexão das palavras socráticas. O nosso Sócrates, disse ele, julgado pelo oráculo de Apolo como o mais sábio de todos os gregos, costumava dedicar-se mais à arte de amar do que a…
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Do Amor (VI,2) – O amor está entre a beleza e a feiura e entre Deus e o homem (Ficino)
O ímã transmite ao ferro uma certa qualidade própria pela qual, tornando o ferro muito semelhante ao ímã, se inclina para esta pedra. Esta inclinação, na medida em que parte desta pedra e se volta para ela, chama-se, sem dúvida, inclinação pétrea. Mas, na medida em que está no ferro, é igualmente ferro e pedra.…
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Leis VIII
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in LeisEstrutura dada por Léon Robin à versão francesa da obra completa de Platão (LRP2) I. As festas e os sacrifícios 1. Seu número e seu caráter 2. Divertimentos ligados a estas festas; uns militares, outros, poéticos e musicais 3. A preparação aos jogos militares II. Duas causas da negligência da maior parte dos Estados a…
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Platão: Eros – relato de Diotima
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Excerto de BRISSON, Luc. Platon. Le Banquet. Paris: GF-Flammarion, 2007, p. 142-143 É uma história muito longa, (203b) ela (Diotima) respondeu (a Sócrates). No entanto, vou contá-la a você. Você deve saber que, no dia em que Afrodite (filha de Zeus e Dione) nasceu, os deuses estavam celebrando; entre eles estava o filho de Metis…
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Jardim de Zeus e o néctar (Hadot)
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in Enéada-III-5O que é, então, este jardim de Zeus, que é o jardim do Espírito (Enéada III, 5, 9, 8-14)? Retomando uma expressão de Tucídides (II, 62, 3) que identifica jardim e ostentação de riqueza, Plotino sugere que o jardim do Espírito só pode ser aquele que recebe esse brilho, essa abundância, essa profusão de riqueza…
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Villa Ardura – La construcción circular: belleza; eros; bien (Ficino)
Excertos do estudo preliminar de Rocío de la Villa Ardura a sua tradução do Comentário ao Banquete de Platão, de Ficino La primera pregunta de carácter general que se plantea con el De amore es si nos encontramos ante el comentario de un traductor aventajado o ante la obra de un pensador original. Baste afirmar…
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Fedro
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in FedroPhaedrus ou Fedro Sobre o amor e a beleza. Belo compêndio de toda a filosofia platônica. Segundo Luc Brisson, em sua a introdução à tradução anotada que fez do Fedro, os temas maiores desta obra são: “como falar, porque escrever?”. “Mas como evocar o poder do discurso sem falar da realidade que produz o discurso…
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Fedro (trad. em espanhol)
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in FedroFEDRO O SOBRE LA BELLEZA Platón Edición Electrónica de Escuela de Filosofía Universidad ARCIS.
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Fedro:227a-230e – Prólogo
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in FedroSÓCRATES.—Mi querido Fedro, ¿adónde vas y de dónde vienes? FEDRO.—Vengo, Sócrates, de casa de Lisias, hijo de Céfalo, y voy o pasearme fuera de muros; porque he pasado toda la mañana sentado junto o Lisias, y siguiendo el precepto de Acumenos, tu amigo y mío, me paseo por las vías públicas, porque dice que proporcionan…
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Fedro:229b-230b – Mitologia
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in FedroFEDRO.—Dime, Sócrates, ¿no es aquí, en cierto punto de las orillas del Iliso, donde Bóreas robo, según se dice, a la ninfa Oritia? SÓCRATES.—Así se cuenta. FEDRO.—Y ese suceso tendría lugar aquí mismo, porque el encanto risueño de las odas, el agua pura y transparente y esta ribera, todo convidaba para que las ninfas tuvieran…
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Fedro:230b-230e – Quadro da conversa
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in FedroSÓCRATES.—¡Por Hera! ¡Precioso retiro! ¡Cuán copudo y elevado es este plátano! Y este agnocasto, ¡qué magnificencia en su estirado tronco y en su frondosa copa!, parece como si floreciera con intención para perfumar estos preciosos sitios. ¿Hay nada más encantador que el arroyo que corre al pie de este plátano? Nuestros pies sumergidos en él,…