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eros – Platão e platonismo

Tag: eros

  • McEvilley (2002:C6) – eros

    No seu longo discurso de louvor a Eros no Simpósio, Sócrates apresenta Eros não como uma divindade dos “prazeres deste mundo” mas como um patrocinador do crescimento espiritual. Alegoriza este crescimento em seis fases que são semelhantes a muitas formulações indianas, incluindo o modelo tântrico de sete pontos de vista ascendentes com seis degraus a…

  • Eros (Jaeger)

    Los historiadores de la religión han señalado que Eros tuvo un culto muy antiguo en Tespias de Beocia, al pie del monte Helicón, aunque no aparezca por ninguna parte como una divinidad objeto de culto en tiempos primitivos. Dado que también Hesíodo tenía una especial relación personal con las Musas de este su propio solar,…

  • Hadot (Enéada III, 5, 9, 1-6) – Poros

    […] Como Plotino já declarou (Enéada III, 5, 7, 9 e 8, 3), Poros é o logos, ou seja, o que flui do Espírito para a alma. Este tema do fluxo de logos e logoi será proeminente ao longo de todo o final do tratado, e estará intimamente ligado à imagem da embriaguez de Poros…

  • Hadot (Enéada III,5,9,6-23) – O Jardim de Zeus e o néctar

    O que é, então, este jardim de Zeus, que é o jardim do Espírito (Enéada III, 5, 9, 8-14)? Retomando uma expressão de Tucídides (II, 62, 3) que identifica jardim e ostentação de riqueza, Plotino sugere que o jardim do Espírito só pode ser aquele que recebe esse brilho, essa abundância, essa profusão de riqueza…

  • Hadot (Enéada III,5) – elementos míticos ao redor de Amor

    O amor nasce do desejo da alma pelo melhor e pelo bem (Enéada III, 5, 9, 40-41; cf. 4, 22-24; 7, 7 e 7, 31). O mito diz que nasce de Penia e de Poros (9, 45), na medida em que participa tanto da indigência como da abundância: da indigência, porque deseja ser preenchido, saciado…

  • Ucciani (Plotino:181-185) – Afrodite

    De l’état divin de l’amour témoigne, dans le texte platonicien restitué par Plotin, sa généalogie (« Amour fils d’Aphrodite » [Cf. Phèdre, 242d]). Né d’un Dieu, Eros l’est donc aussi. Plotin poursuit : « il lui assigne pour tâche d’être le patron des beaux garçons et d’éveiller les âmes à la beauté transcendante ou encore…

  • Galpérine (Banquet:18-32) – Diotima

    Diotime est la Figure de la Philosophie. Elle est dans le Banquet le porte-parole de Platon. Comme lui, elle tient deux sortes de discours, tantôt dialectique tantôt mythique. C’est par un mythe d’abord qu’elle instruit le jeune Socrate sur la nature de l’Amour. Ce mythe est celui de la naissance d’un daïmôn, c’est-à-dire d’un intermédiaire…

  • Platão: Eros – relato de Diotima

    Excerto de BRISSON, Luc. Platon. Le Banquet. Paris: GF-Flammarion, 2007, p. 142-143 É uma história muito longa, [203b] ela [Diotima] respondeu [a Sócrates]. No entanto, vou contá-la a você. Você deve saber que, no dia em que Afrodite [filha de Zeus e Dione] nasceu, os deuses estavam celebrando; entre eles estava o filho de Metis…

  • BQT 195a-196b: A natureza do Amor

    Ora, ele é o mais belo por ser tal como se segue. Primeiramente, é o mais jovem dos deuses, ó Fedro. E uma grande prova do que digo ele próprio fornece, quando em fuga foge da velhice, que é rápida evidentemente, e que em todo caso, mais rápida do que devia, para nós se encaminha.…

  • Amor filho de Pobreza e Expediente

    O Sócrates do Banquete (203 b-c) conta o relato que lhe fez a sacerdotisa Diotima, do dia que os deuses do Olimpo celebrando o nascimento de Afrodite, a dama Pobreza (Penia) compartilhou alguns restos de néctar com o vagabundo Expediente (Poros1 De seu furtivo casamento nasceu este Eros que Plotino descreve como um insaciável semideus,…