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logos – Platão e platonismo

Tag: logos

  • Zwart (2009) – logos em Platão

    Logos in its everyday sense remains idle chatter and therefore in not disclosive but rather concealing. However, since Dasein is bound to logos, insofar as Dasein ‘presses ahead’ to ‘the things themselves,’ it must use, or ‘pass through’ as Heidegger says, logos.1 This means that logos has a peculiar standing in Heidegger. It is concealing…

  • Filebo (38e) – opinião e discurso

    – Sócrates. Ter uma opinião e tentar formá-la não se baseia na memória e na sensação? – Filebo. Claro que sim. – S. Não é necessário conceber isto da seguinte forma? – F. De que forma? – S. Concordas que acontece frequentemente a um homem que não pode ver claramente as coisas para as quais…

  • Platão (Carta VII) – capacidade de discorrer sobre um assunto sério

    Há pelo menos uma coisa que posso dizer sobre aqueles que escreveram ou escreverão e afirmam ter competência nos assuntos de que trato, quer afirmem ter sido instruídos neles por mim ou por outra pessoa, quer os tenham encontrado por si próprios: é que é impossível, pelo menos na minha opinião, que saibam alguma coisa…

  • Hadot (Enéada III, 5, 9, 1-6) – Poros

    […] Como Plotino já declarou (Enéada III, 5, 7, 9 e 8, 3), Poros é o logos, ou seja, o que flui do Espírito para a alma. Este tema do fluxo de logos e logoi será proeminente ao longo de todo o final do tratado, e estará intimamente ligado à imagem da embriaguez de Poros…

  • Kingsley: logos

    Excerto traduzido de KINGSLEY, Peter. Reality. Inverness: The Golden Sufi Center, 2003, p. 129-130 [No Poema de Parmênides] As palavras gregas originais traduzidas para o inglês como “julgar pela razão” são krinai logoi. Geração após geração de estudiosos muito razoáveis trabalharam duro para fazer parecer certo que logoi, aqui no poema de Parmênides, pudesse significar…

  • Alexandre Costa: êthos – escuta – logos

    Excerto de “O êthos humano em Heráclito”, do Prof. Dr. Alexandre Costa, em Izabela Bocayuva (org.), ETHOS NA ANTIGUIDADE. Rio de Janeiro: ViaVerita, 2013, p. 11-15. Dentre os textos que nos foram legados pela tradição, o primeiro aparecimento do termo grego tó êthos em literatura de caráter filosófico ocorre por duas vezes na obra de…

  • Doxa-Logos

    No médio-platonismo, doxa foi requerida como suplementar à percepção dos sentidos, mas Proclo vai além e faz doxa e logos penetra a percepção. Em seu comentário ao Timeu (1 251, 16-17) doxa é percepção racionalizada (logike). Filopono concede que um cão reconheça seu mestre sem percebê-lo como uma substância, que iriam requerer doxa, de acordo…

  • Mesquita: didonai logon (dar razão)

    A noção de didonai logon havia já sido encontrada, com uma ocorrência bastante frequente, no âmbito dos diálogos do primeiro período. Voltamos agora a encontrá-la, ainda com muita frequência, mas com um sentido mais determinado, no quadro dos diálogos do segundo e do terceiro períodos. A sua emergência dá-se sempre no contexto de uma explicitação…

  • Crouzel: Alma, palavra e substância da Inteligência

    A alma enquanto palavra da Inteligência, é dela a expressão e certa atividade. Mas a palavra emitida pela Alma é obscura, a imagem sendo menos clara que o modelo; ela se torna mais luminosa quando a Alma olha para a Inteligência, assim como esta última olha para o Uno para ser Inteligência. Nada há que…

  • Sorabji: 3b. Relação de intelecto e razão a prazer e desejo

    Para Platão, a razão não é só raciocinativa, mas tem seus próprios prazeres e desejos. Aristóteles argumentativamente pensa diferente. Pode-se esperar que passo a passo o raciocínio envolveria o desejo de compreender, enquanto compreensão, não sofrendo perda, envolveria não aquele desejo, mas o prazer de compreensão. Isto é reconhecido por Damascius, embora pleiteie que o…